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Petiscos, das 13 pessoas do Petcom

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Oficina de Diagramação Só para calouros – CorelDRAW

Salvem a foto abaixo, para o exercício de vetorização em CorelDRAW.

Usem o texto abaixo para trabalhar no CorelDRAW.

Eu não votei em Leo Kret! (por Cadu Oliveira, do blog Gelebete)

Leo Kret do Brasil teria conquistado 12862 votos se, em vez de votar em Lindinete Pereira, eu tivesse sido co-responsável pela sua eleição. Essa culpa eu não levei ao travesseiro. A dançarina do Saiddy Bamba entra pra história como o primeiro transgênero a se tornar vereador em Salvador. O quarto candidato mais votado, é bom frisar. Ponto pra ela, pros transgêneros e não-transgêneros que a elegeram na esperança de serem representados, e viva a democracia. Mas antes que eu jogue uma pá de cal na euforia dos leokretinos e seja etiquetado de homofóbico (ah, esse adjetivo!), quero explicar por que acho a eleição de Leo Kret um sintoma preocupante e um risco provável.

Primeiro que Leo Kret está mais para Sara Verônica (eterna Boquinha da Garrafa) que para Marcelo Cerqueira, presidente do Grupo Gay da Bahia, também candidatos a vereador em Salvador, sem sucesso (nem tudo está perdido). Todo e qualquer voto é um tiro no escuro, mas votar num candidato como se se escolhesse um big brother é sintomático da ambigüidade da nossa democracia. Discordem o quanto quiserem, mas Leo Kret deve muito mais aos votos de protesto (aliás, aos votos de esculhambação) que ao envolvimento político do seu eleitorado. E nisso não há diferença nenhuma entre Leo Kret e a infeliz maioria dos vereadores (re)eleitos em Salvador, salvo a sua excentricidade.

Excentricidade que reside não no fato de Leo Kret passar milhas longe tanto do padrão macho-paternalista quanto do estilo mulher-guerreira, mas pela razão de que se pode, sim, entrar na vida política num abrir e fechar de urnas apenas porque se é famoso, polêmico e objeto de fetichismo. Daí que não faria diferença alguma se, em vez de Leo, Bagagerie Spielberg e Latino fossem eleitos apenas porque são, respectivamente, transformista e sex symbol. Como legisladores, o mais provável é que fossem ótimos (?) artistas.

Militantes gays vão alegar que o simples fato de termos uma vereadora que foge ao padrão heteronormativo já é uma vitória pro movimento GLBT e uma lição pra sociedade. Isso vai depender do bom desempenho de Leo Kret fora dos palcos. Caso contrário, teremos apenas trocado eles por elas e incorrido novamente no equívoco de achar que identidade (de gênero, etnia…) e competência política são uma coisa só. E daí o mesmo movimento vai acusá-la de traição às bandeiras e de ter desperdiçado uma oportunidade de colocar representantes da população GLBT no poder. Olha a responsa, Leo!

Quando assisti à propaganda de Leo Kret na tevê, depois de fingir não ter ouvido a candidata gemer depois de um discurso todo rimado, me perguntei: Por que não? Mas por que sim? Por que ainda precisamos eleger um candidato não-heterossexual pra que a comunidade GLBT possa obter dos poderes públicos o que lhe é de direito? Se Leo Kret se elegesse, teríamos uma bancada pró-GLBT na Câmara Municipal formada por um político apenas? As bandeiras de candidatos travestis, homossexuais, bissexuais e transgêneros têm que ter cores necessariamente diferentes das demais? Gay tem que votar em gay? Todo indivíduo pertencente a uma minoria social tem espírito público? Um turbilhão de questionamentos, interrompido apenas pela lembrança do gemido inacreditável. O grunhido de Leo Kret é o equivalente transgênero do “au” de Frank Aguiar, deputado federal petebista por São Paulo, na sua propaganda em 2006?

Desejo aos eleitores de Leo Kret e a todos os soteropolitanos diretamente atingidos, positiva ou negativamente, por essa eleição que tanto a vereadora transgênero quanto os vereadores mais ou menos ortodoxos não nos envergonhem pelos próximos quatro anos. Ou então é rezar pra que a tragédia toda se resuma a sapateado em hora imprópria e a abelhinha de estimação zunindo dentro do ouvido…

A folha que sobrou do carderno

“Todos os anos uma leva de designers se forma nos quatro cantos do Brasil e uma pergunta inquietante não quer calar: estarão esses futuros profissionais sendo preparados para enfrentar as múltiplas realidades do nosso país? Existiria uma estrutura de curso ideal para formar os profissionais de design adequados à nossa realidade? A quem interessa manter um formato de ensino ultrapassado e ineficiente? Você já parou para pensar em seu papel diante disso tudo?”

A folha que sobrou do carderno é um instigante documentário que aborda discussões sobre os rumos do ensino de design no Brasil.

Confira o vídeo abaixo!

O filme foi produzido em maio de 2008 pela Boana Estudiowww.boanaestudio.com.br – formada por Alexander Czajkowsky, Mauro Alex Rêgo, Erica Andrade e Gabriel Costa Rodrigues.

por Marcel Ayres

Oficina de diagramação – Só para Calouros 2008.1

Veja abaixo!

Fotos tiradas na oficina de diagramação - Só para Calouros - oferecida pelos bolsistas do PETCOM, nos dias 8 e 10 de maio, na Faculdade de Comunicação da UFBA (FACOM).

Sábado, 10 de maio, alunos da oficina produzem fanzines e cartazes após as aulas de Photoshop e Coreldraw.

Concentrado, aluno coloca em prática os conhecimentos recém adiquiridos nas aulas.

O clima de descontração envolve o JLAB.

Os calouros saem felizes e pululantes após os resultados da oficina

Veja abaixo alguns dos produtos desenvolvidos na Oficina de diagramação:

Cartaz- Tabuleiro do Rock – Vitor Nery – 1º Semestre de Produção Cultural

Capa do Fanzine – Exploda-se – Raíza Tourinho – 1º Semestre de Jornalismo

Capa do Fanzine – O fim do mundo como não conhecemos – Nelson Oliveira e Fred Soares – 1º Semestre de Jornalismo

Capa do Fanzine – Tarantino – Talita Malvezzi – 1º Semestre de Produção Cultural

Cartaz – Amy antes, Winehouse depois – Ex-aluno do 1ºsemestre de jornalismo =P

Drops Lost

LOST e TOY ART

Em 2007, a McFarlane Toys lançou bonecos de alguns dos personagens de LOST. A coleção se baseou no episódio 20, “Born to Run da primeira temporada. A riqueza nos detalhes é uma das características das réplicas, que fizeram um grande sucesso entre os fãs. A coleção conta com outros personagens da série como Jack, Kate, Locke, Mr Eko e Hurley.

Veja abaixo, o boneco de Sawyer, aquele cara que coloca apelido em todo mundo, e que de quebra, deu uns pegas na sardenta.

+ Mais Sawyer

Sawyer’s Nickname Generator

Saiba qual seria o seu apelido se você estivesse perdido na ilha com Sawyer – como fas//- Através do gerador de apelidos do Sawyer, você pode colocar alguns dados pessoais como nome, altura, cabelo etc. e descobrir como o sacana personagem te chamaria.

VisiteSawyer’s Nickname Generator

BOX da 4ª Temporada

De acordo com o site Lost Brasil, o Box da quarta temporada de LOST será lançado no dia 9 de dezembro nos EUA em DVD e blue-ray. Lost: 4ª Temporada – A Experiência Expandida revelará alguns dos segredos mais obscuros da ilha mais famosa do mundo. Para você que não aguenta esperar para saber qual será o destino dos passageiros do vôo 815 da Oceanic, baixe os episódios através do site – Edonkers – ou assista a partir do dia 19 de maio no canal AXN, às 21h.

Lostpedia

Para você lostmaníaco que não se contenta com os episódios e quer saber TODOS os detalhes sobre os personagens da ilha misteriosa, conheça o LOSTPEDIA a versão portuguesa da enciclopédia livre de Lost.

VisiteLOSTPEDIA

Por: Marcel Ayres

Como fazer propaganda na web?

Get out and play !

CLIQUE AQUI

A Nokia lançou uma peça publicitária recentemete para o novo modelo do N-Gage (primeiro smartphone da empresa, concebido para jogos). Dessa vez a empresa resolveu apostar principalmente na internet e criou uma peça que mistura interatividade e irreverência.

O que chama a atenção no vídeo é a utilização de recursos como o stop motion tudo isso através de uma linguagem criativa e com a disponibilização de ferramentas ofericidas somente pela web.

confira o vídeo.

Visite o SIte – Get Out And Play !

Por: Marcel Ayres

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