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Petiscos, das 13 pessoas do Petcom

Arquivo para Maio, 2009

Materia da Revista Fraude é publicada no Le Monde Diplomatique Brasil

O site Le Monde Diplomatique Brasil publicou hoje, 20.05, a matéria Com Licença, sim? que faz parte da  6 ° edição da Revista Fraude.

A matéria trata do desenvolvimento de software livre e de sua aliança com o conceito de economia solidária na cidade de Salvador.

A Fraude é realizada pelo  Programa de Educação Tutorial (PET) da Faculdade de Comunicação da UFBA.

Leia a matéia completa no Le Monde: aqui
Leia a Fraude #06 completa: aqui
Veja mais sobre o Pet: aqui

Análise da HQ Turma da Mônica Jovem no Sessões Científicas

Acontece nesta segunda-feira, dia 25, o Sessões Científicas do mês de maio. O bolsista PET João Araújo apresentará o artigo “Estratégias discursivas do “Eles cresceram!”: Análise da representação da juventude nas HQs da Turma da Mônica Jovem. O artigo analisa a representação da juventude na edição #1 dos quadrinhos mensais da Turma da Mônica Jovem. O artigo discorre primeiramente sobre questões históricas e teóricas dos quadrinhos, com especial ênfase no estilo mangá, sobretudo no Brasil. Em seguida, são abordadas questões relativas às representações e à juventude, em interseção com aspectos identitários. Por fim, o trabalho procede à análise a que se propõe, da qual conclui que a representação da juventude nessa HQ evoca normas que remetem a uma juventude consumista e contribui para a manutenção de estereótipos e relações de poder, sem, contudo, deixar de suscitar questionamentos interessantes e apresentar identidades fragmentadas.

O projeto Sessões Científicas é produzido pelo PETCOM, o Programa de Educação Tutorial da Faculdade de Comunicação da UFBA. Realizado mensalmente na Facom, o Sessões é um evento aberto ao público e busca apresentar as pesquisas individuais dos bolsistas PET à comunidade acadêmica.

O artigo completo pode ser acessado em Roteirizando HQ.

O quê: Sessões Científicas com apresentação do artigo “Estratégias discursivas do “Eles cresceram!”: Análise da representação da juventude nas HQs da Turma da Mônica Jovem

Quando: 25/05 (segunda-feira), às 11h.

Onde: Sala 1, Facom/UFBA.

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Show, Show, Show!

http://valeriasimoes.blogspot.com/

Entrei por acaso no blogue da fotógrafa Valéria Simões hoje. Meu último chefe (o cara é tão boa gente que é provável se ofenda com o denominativo), Arthur, em uma conversa tinha comentado, com muito entusiasmo, a exposição ”Lugares de Ausência”, que acontecera no MAM, aqui em Salvador. (http://navii.com.br/blog/?p=1924)

Boa parte das melhores fotografias que já vi na vida, até o presente momento, estão reunidas nesse blogue. É sério. Para mim é difícil descrevê-las. Minha cabeça girou.

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Valéria Simões tem perto de vinte anos como fotógrafa. Suas realizações já ganharam o mundo.
Graduou-se em Artes Plásticas pela UFBA em 94, mas sua “apaixonante relação com as Artes Visuais” teria começado em 1985, época em que se dedicava aos cartões colagem e à Faculdade de Música. No cinema, produziu stills durante as filmagens de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (1998) e, mais recentemente, ”Trampolim do Forte” (2008), dirigido por João Rodrigo Mattos.

Finalmente Audrey!

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Percebi de repente que embora eu só fale de filmes por aqui, nunca tinha mencionado minha atriz preferida, a linda-chique-e-talentosa Audrey Hepburn.

Sua estréia como protagonista foi com o filme  A princesa e o plebeu (Roman Holiday, 1953) no qual interpretava uma princesa, cansada da vida de realeza, que resolve passar um dia incógnita nas ruas de Roma. Audrey foi premiada com o Oscar pelo papel.

Seu filme mais conhecido porém, talvez seja Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany’s, 1961), adaptado da obra de Truman Capote. Nele, Audrey interpreta a garota de programa Holly.

A essas alturas até quem não viu o filme deve conhecer a famosa seguencia de abertura, na qual a fofa, vestida de Givenchy da cabeça aos pés, caminha por Nova York ao amanhecer ao som de Moon River do compositor Henry Mancini.  Coisa fina!

Por Carolina Guimarães

(Ah! Vai sem título mesmo!)

(continuação de “depois ponho um título”)

chuva

Aquele Itaigara-via-Brotas não foi o único a desligar o motor, muitos o imitaram, a maioria. Os mais esperançosos mantinham-no funcionando. Não sabiam ao certo o que a chuva causou que causou tudo aquilo e quanto tempo correria até que a situação retornasse à normalidade. Eu tampouco. Se caíra uma árvore, ou um poste, se sucedera algum acidente por conta da pista molhada, ou algum deslizamento de terra, se surgira um lago no caminho, só iria saber alguns quarteirões mais adiante. Foi a última opção. No trecho da Avenida ACM que passa pelo Itaigara não um, mas vários novos lagos tinham se formado. E profundos: os motoristas que se meteram a atravessá-los ficaram ilhados; náufragos na sua porção de aço cercada de lama por todos os lados. A água, que já estava na altura das janelas, tinha obviamente entrado pelo escapamento. Aí, já era. Havia um bom número de veículos nessa situação; as seguradoras já deviam estar contabilizando o prejuízo (alguns conseguiram se salvar, subindo no canteiro central).

Impressionante como a cidade ficou silenciosa, só se ouvia a chuva (parece que os carros não poluem a atmosfera com CO2 apenas). Apesar de toda a confusão, achei ótimo que estivesse tudo parado: assim, os estressadinhos que tumultuam o trânsito de Salvador tiveram a oportunidade de exercitar a paciência por algumas horas. Enquanto a água não baixasse iam ficar todos ali, paradinhos em fila. Grupos de policiais se espalharam pelo trecho engarrafado, para evitar que a malandragem se aproveitasse da situação.

Na frente do Parque Municipal Joventino Silva, ondas (!). Coisa de louco. E necas de calçada. Os pedestres que não queriam enfiar o pé na água, com medo de doenças, treparam na grade que cerca o parque e arriscaram uma inusitada travessia. “Eu fiz isso no Exército!”, alguém comentou. Por aí já dá pra ter uma idéia.

Mas, o quadro mais impressionante se deu nas imediações dos shoppings Tropical, Max e Pituba Parque Center. Subi numa passarela pra obter uma visão geral da cena. O que tinha debaixo de mim era um rio; água até onde a vista alcançava. Enquanto pessoas tiravam fotos com as câmeras dos celulares, eu lamentava não ter comigo nada que me permitisse registrar a cena (em particular, o trabalho de um homem que tirava água da carro com uma vasilha tupperware).

Engraçado como as pessoas, mesmo cientes da gravidade da situação, estavam excitadas – para não dizer animadas – com aquilo tudo; parecia até que estavam a testemunhar algum prodígio. Quando a chuva enfraqueceu, as ruas foram tomadas por um bulício empolgado, cada um fazendo a sua reportagem.

Eu já estava doido para chegar em casa e continuei seguindo o meu caminho. Passei por uma mulher que chorava, gritava, um escândalo. Não sei o que a consternava, talvez tenha perdido um vôo, ou um ônibus na rodoviária (vi que segurava uma mala de viagem preta). Não quis ficar para tentar descobrir, embora um número de curiosos (Sempre rola os curiosos. Todo acidente estão lá: as vítimas, a polícia, os bombeiros e os curiosos.) já estivesse se juntando, preferi respeitar seu momento. Sério, ela estava arrasada.

Mas, nem só de perdas foi o dia. Sem ter para onde ir ou o que fazer enquanto esperavam as ruas secar, as pessoas lotaram os carrinhos de lanche que estavam em segurança nas regiões mais altas da avenida. Certamente, os vendedores não imaginaram que iam lucrar tanto com a chuvarada. Pois é, enquanto uns choram, outros vendem lenços…

E o prefeito João Henrique? O que estaria fazendo àquelas horas? Cuidando da verticalização da cidade, Sr. Prefeito? Pois, o problema é bem mais embaixo, na rede de drenagem…

O trânsito só voltou a fluir lá pela Manoel Dias e pela orla. Não tenho idéia de quanto tempo mais tudo ficou parado do CEASA até o Itaigara. Cheguei em casa tiritando e com fome. E ainda fui recompensado com um banho gelado (Brrrr! A resistência tá queimada!). De tarde, tive que enfrentar outro engarrafamento: o da fila do banco. Haja (santa) paciência!

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